Globalização econômica ou mundialização cultural?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“O espaço se globaliza, mas não é mundial como um todo senão como metáfora. Todos os lugares são mundiais mas não há um espaço mundial. Quem se globaliza mesmo são as pessoas” (Milton Santos, 1993).

 

“Cada lugar é, ao mesmo tempo, objeto de uma razão global e de uma razão local, convivendo dialeticamente” (Santos, 1996:273).

 

“Se tudo é estético, não faz muito sentido evocar uma teoria distinta do estético; se toda a realidade tornou-se profundamente visual e tende para a imagem, então, na mesma medida, torna-se cada vez mais difícil conceituar uma experiência específica da imagem que se distinguiria de outras formas de experiência” (Jameson, 1994:120-121).

 

Para saber mais: http://www.ub.edu/geocrit/sn/sn-124h.htm


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